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Justiça manda redes sociais apagarem posts que identifiquem adolescentes no caso da morte do cão Orelha


A Vara da Infância e Juventude de Florianópolis determinou que redes sociais removam, em até 24 horas, postagens e comentários que identifiquem adolescentes suspeitos de envolvimento na morte do cão comunitário Orelha, ocorrida na Praia Brava, no Norte da Ilha. A decisão atinge conteúdos publicados em plataformas como Instagram, Facebook, WhatsApp e TikTok e prevê multa diária em caso de descumprimento, além de possível bloqueio de contas responsáveis pelas publicações.

Segundo o Judiciário, a medida segue o Estatuto da Criança e do Adolescente e tem como objetivo impedir exposição indevida, ameaças e linchamento virtual. A Polícia Civil de Santa Catarina instaurou procedimento para apurar o vazamento de nomes e reforçou que identidades de menores não serão divulgadas oficialmente. As investigações sobre a morte do cão Orelha seguem em andamento.