A madrugada deste sábado (3) foi marcada por explosões e intensa atividade aérea em Caracas, elevando o temor de um conflito armado na região. Horas após os primeiros relatos, autoridades dos Estados Unidos confirmaram que o presidente Donald Trump autorizou ataques militares contra alvos estratégicos na Venezuela, incluindo instalações militares, segundo informações divulgadas por veículos como CNN, CBS News e Fox News.
O governo venezuelano classificou a ação como uma “agressão militar muito grave” e afirmou que os bombardeios atingiram áreas civis e militares na capital e em estados vizinhos, como Miranda, Aragua e La Guaira. Em comunicado oficial, o regime de Nicolás Maduro prometeu reagir à ofensiva e solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.
Especialistas destacam que a operação representa uma escalada sem precedentes nas tensões entre os Estados Unidos e a Venezuela, colocando toda a América do Sul em alerta. A atividade militar gerou preocupação internacional, com governos e organismos internacionais acompanhando de perto os desdobramentos e pedindo moderação para evitar uma crise maior.
A ofensiva também coincidiu com relatos de deslocamento de civis e manifestações de pânico em bairros de Caracas. Autoridades locais reforçaram o policiamento e medidas de segurança, enquanto jornalistas e moradores compartilharam vídeos das explosões e do tráfego aéreo intenso nas redes sociais.
Até o momento, não há confirmação de vítimas civis ou militares, e as autoridades americanas afirmaram que os ataques visavam exclusivamente objetivos estratégicos do governo venezuelano. A situação continua sendo monitorada por diplomatas e observadores internacionais, que alertam para possíveis repercussões políticas e econômicas em toda a região.
