Imprensa argentina afirma que FBI apura supostas irregularidades; entidade diz que informação é falsa
A Associação do Futebol Argentino (AFA) negou que dirigentes da entidade tenham tido celulares apreendidos por agentes do FBI antes do retorno da delegação a Buenos Aires, após a conquista da Copa do Mundo de 2026.
A informação foi publicada pelos jornais argentinos Clarín, Infobae e Diario AS, que afirmaram que o presidente da AFA, Claudio "Chiqui" Tapia, o tesoureiro Pablo Toviggino e empresários ligados à entidade teriam sido alvo de uma ação das autoridades americanas em Nova York.
Investigações envolveriam contratos comerciais
Segundo as publicações, as autoridades estariam investigando supostas irregularidades relacionadas a contratos comerciais firmados pela entidade.
Os veículos também informaram que os celulares dos dirigentes teriam sido recolhidos durante a apuração.
AFA contesta informações
Em nota oficial, a AFA negou que qualquer dirigente tenha sido intimado, interrogado ou tido aparelhos eletrônicos apreendidos.
A entidade afirmou que a investigação mencionada pela imprensa envolve um terceiro, sem ligação direta com seus dirigentes, e classificou as informações divulgadas como incorretas.
FBI não comentou o caso
Até o momento, o FBI não se pronunciou oficialmente sobre as reportagens publicadas na Argentina.
Com a ausência de confirmação por parte das autoridades americanas, permanecem válidas apenas as informações divulgadas pelos veículos de imprensa e a negativa oficial da Associação do Futebol Argentino.
O caso continua repercutindo na Argentina e poderá ter novos desdobramentos caso autoridades dos Estados Unidos ou a própria AFA divulguem novas informações.
